Geovaldo de Carvalho

Milhões de brasileiros, devotados e nacionalistas, ainda padecem sentimentalmente da desclassificação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo. É natural e assim tem sido ao longo da história de competição universal.

O que poucos sabem a da interferência política e econômica por trás disso tudo, na maioria das vezes, concorrendo para o insucesso e frustração de milhões de inocentes que acreditam que o exito do escrete nacional depende, tão-somente, da magia e criatividade dos craques.

A interferência da política no futebol é uma prática histórica em que governos e dirigentes usam o esporte para promoção de agendas ideológicas, controle social ou ganho de influência.

No Governo Médici, Saldanha deixou a seleção porque não queria levar o jogador Dario, que o presidente tanto admirava. Zagalo levou mas poucas vezes o colocou em campo, porque tinha craques de sobra e o sucesso foi certeiro.

Este ano, bem que tentaram evitar que a Seleção entrasse em campo com camisas amarelas, cor utilizada pelos adversários do atual governo nas manifestações politicas. Mas como viram que mais que alterasse o uniforme a torcida nos estádios era um mar de amarelo, desistiram e o filho de Gilmar Mendes, mandante na CBF, não teve força para levar a manobra em frente. Deve ter recebido a orientação Planalto de evitar o máximo colocar em campo o Neymar. Todos sabem o posicionamento político do jogador e não era de bom alvitre vê-lo em destaque em campo.

Agora vem a pior parte. Por que Vini Junior não bateu o pênalti contra Noruega que, uma vez convertido, teria mudado o rumo da história do jogo? Porque o prejuízo seria desolador para as Bets que vivem por ai e Vini & Cia são ligados a elas.

Um gol de Bruno Guimarães, que perdeu a penalidade, em quase nada afetaria essas máquinas que hoje mandam no futebol. Mas já gol de Vini seria um rombo grande.

E assim, a Seleção Brasileira, tradicionalmente referência mundial de competência, vai aos poucos se esvaindo por conta de interesses políticos e econômicos.

Hugo Motta Reage

O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, resolveu acionar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal.

No Planalto, onde o titular é contra a matéria, estranharam “desobediência” do paraibano, mas já decifraram o motivo da provocação.
O fato de Lula ainda não ter anunciado apoio à candidato de Nabor Wanderley, pai de Hugo, ao Senado.

Emendas de Fogo

Tem parlamentares paraibanos quase em pânico, com esse rastreamento de dinheiro das emendas, que já pegou um monte de deputados, prefeitos e intermediários e, mais recentemente, encalacrou Waldemar Costa Neto, presidente do PL.
Tem pipoco e não vai demorar muitos

Apenas Campanha

Aliados do ex-prefeito Cicero Lucena(MDB), candidato ao Palácio da Redenção nas próximas eleições, estão pregando que a ordens de serviço e promessas de obras anunciadas pelo governador Lucas Ribeiro(Progressistas) são propagandas políticas, porque, na prática, não há recursos para materializá-las.

Em parte, faz sentido.

Limpeza de Propaganda

Desde o último sábado, 4, sites, redes e outros meios oficiais do governo devem retirar nomes, slogans, símbolos, imagens ou qualquer elemento que promovam autoridades ou governos para não influenciar na eleição.

Mas tem gente ignorando.

Governo Pé Frio

A desclassificação do Brasil na Copa do Mundo segue uma “maldição” que dura quase três décadas.

Nunca uma seleção teve sucesso em Copa quando o Brasil é governador pelo PT.